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Análise por IA

FBI apreende celulares de dirigentes da AFA após a final da Copa do Mundo de 2026; AFA rebate as acusações

Investigação dos EUA apura possíveis fraudes e lavagem de dinheiro em contratos da seleção argentina; entidade negou qualquer apreensão ou intimação

26 de julho de 2026
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FBI apreende celulares de dirigentes da AFA após a final da Copa do Mundo de 2026; AFA rebate as acusações

O FBI realizou a apreensão de celulares e outros dispositivos eletrônicos de dirigentes da Associação do Futebol Argentino (AFA) no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, logo após a disputa da final da Copa do Mundo de 2026. Segundo a imprensa argentina, entre os alvos estariam o presidente da AFA, Claudio "Chiqui" Tapia, e o tesoureiro Pablo Toviggino. A ação faz parte de uma investigação conduzida pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que suspeita de fraude, lavagem de dinheiro e desvio de recursos ligados a contratos comerciais da entidade, incluindo patrocínios, direitos de mídia e amistosos da seleção argentina. A investigação foca na empresa TourProdEnter LLC, sediada na Flórida, que teria intermediado esses acordos e movimentado mais de 300 milhões de dólares (cerca de R$ 1,67 bilhão). As supostas transferências teriam passado por bancos como Bank of America, Citibank, JP Morgan, Synovus e PNC Bank. A AFA, porém, contestou as gravações, afirmando que o documento citado não corresponde a uma intimação oficial e negando que tenha havido apreensão de bens ou equipamentos dos dirigentes. Os advogados de Tapia e Toviggino também negaram qualquer notificação da Justiça americana ou argentina. Até o momento, as autoridades estadounidenses não emitiram comentário oficial sobre as informações veiculadas.

Fonte: GE - Copa do Mundo

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